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Antipoesia que degringola convenções sociais. Juliana Bordão atravessa escombros existenciais entre realidade e metafísica, glória e miséria, com sarcasmo e ambiguidade.
Anal dos insensatos é um livro que recusa qualquer estabilidade: fragmentado em cinco partes, opera por acumulação vertiginosa, justapondo imagens sem mediação – garimpeiros no Congo e corsários no jardim de Allah, tubarões com cocaína no estômago e romances epistolares interrompidos por greve dos correios. Juliana Bordão constrói uma antipoesia que não oferece respiro, apenas a vertigem de um mundo saturado de signos em colapso, em que o presente é simultaneamente "o amanhã de ontem / e o ontem de amanhã".
A celebração da vida – piolhos, larvas, baratas, vermes como igualmente lindos – desemboca em acusação afiada: o homem branco como "o animal mais feio da terra". Essa guinada exemplifica o procedimento central do livro: temas implicam seus avessos, a glória se sobrepõe à miséria, o divino escancara o banal. Sem fazer crença na autoridade de sua própria sensibilidade, Anal dos insensatos se oferece como travessia pelos escombros de um tempo que transborda apatia enquanto enterra milhões de sirenas "no interior dos tanques de guelra".
Anal dos insensatos é um livro que recusa qualquer estabilidade: fragmentado em cinco partes, opera por acumulação vertiginosa, justapondo imagens sem mediação – garimpeiros no Congo e corsários no jardim de Allah, tubarões com cocaína no estômago e romances epistolares interrompidos por greve dos correios. Juliana Bordão constrói uma antipoesia que não oferece respiro, apenas a vertigem de um mundo saturado de signos em colapso, em que o presente é simultaneamente "o amanhã de ontem / e o ontem de amanhã".
A celebração da vida – piolhos, larvas, baratas, vermes como igualmente lindos – desemboca em acusação afiada: o homem branco como "o animal mais feio da terra". Essa guinada exemplifica o procedimento central do livro: temas implicam seus avessos, a glória se sobrepõe à miséria, o divino escancara o banal. Sem fazer crença na autoridade de sua própria sensibilidade, Anal dos insensatos se oferece como travessia pelos escombros de um tempo que transborda apatia enquanto enterra milhões de sirenas "no interior dos tanques de guelra".
Juliana Bordão nasceu em Ponta Porã-MS, em 1998. Estudou Letras Neolatinas na Dartmouth College (EUA). É professora de idiomas. Anal dos insensatos (Cachalote, 2026) é o seu primeiro livro.

Revisora, Publisher

Preparador de texto, Editor

Diretora de arte

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